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No site Resumo Fotográfico: vitiligo de maneira poética

No começo do mês recebi um e-mail da jornalista Gabriela, dos sites Registro Fotográfico e O Pequeno Disparo, perguntando se poderia me entrevistar sobre a importância da fotografia no meu processo de aceitação.

Hoje a matéria foi ao ar. Amei o texto, principalmente a visão da psicóloga:

Arte que cura
Para a psicóloga Simoni Alves, a arte é uma excelente ferramenta terapêutica. No que tange à questão da aceitação, “ela pode ajudar muito nessa mudança do olhar”, afirma Simoni. Para ela, sempre podemos mudar a realidade, já que sempre podemos mudar a maneira como a encaramos. ” Provavelmente, para a Bruna, o vitiligo que ela tem hoje não é o mesmo de antes. Não por causa dos remédios, mas por causa da mudança que houve na visão dela sobre a doença”, diz.

Sobre o poder da fotografia, e da imagem em geral, a especialista em terapia artística argumenta: ” O legal da fotografia ou da imagem abstrata é que ela sempre pode vir a ser uma outra coisa; ela não é um conceito estático. Uma pessoa pode ver uma imagem de várias maneiras. Pode, por exemplo, perceber o vitiligo como nuvens, como uma poça d’água ou como uma outra coisa. É essa a riqueza da imagem. Ela traz consigo uma força de criação, de vida. A imagem é um vir a ser. Conceitos são mortos, estáticos, mas a imagem é móvel, por isso ela carrega a gente”.

Exatamente o que minha mãe sempre me disse como incentivo “A arte sublima a dor

A matéria está bem legal, depois me conta o que achou?

 

Links das matérias:

O Pequeno Disparo

Resumo Fotográfico

 

 

Bruna Sanches

Sou editora de arte, divido meu tempo entre revistas, fotografias e trabalhos manuais. Tenho vitiligo desde o 18 anos e hoje transformei a minha pele em motivo de orgulho.

  • Adriano

    Maravilha !!!
    Saúde, amor e desafios !!!

    agosto 17, 2017 at 1:31 pm Responder
  • Herbert de Souza

    Olá, Bruna Sanches! Muito legal seu blog. Sou jornalista e, assim como voce, também pensei em abrir algum site sobre o vitiligo. A primeira dificuldade que tive quando descobri a doença, em março deste ano, foi com a falta de informações. Vi até um post seu falando sobre a melagenina. É, eu também caí naquele conto de “Cubanos descobrem a cura do vitiligo”.

    Por enquanto, meu projeto ainda está engavetado.

    Enfim, eu vi que você tem tatuagem. Você fez antes ou depois de descobrir a doença?

    setembro 6, 2017 at 3:34 pm Responder
    • Herbert de Souza

      Agora eu li um post teu falando que fez depois… rsrs..

      Parabéns pelo projeto! Muito lindo!

      setembro 8, 2017 at 11:11 am Responder

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